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GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS

Prof. Eng. José Pinto Ferreira Sobrinho

1.8 GHz: Nome da faixa de freqüência que compreende dois canais de 55 MHz de largura, um entre 1.710 MHz e 1.785 MHz e outro entre 1.805 MHz e 1.880 MHz. Na Europa, esse espectro também é conhecido como PCN, utilizado pelas redes padrão GSM.

1.9 GHz: Nome da faixa de freqüência que compreende dos canais de 40 MHz de largura, em entre 1.870MHz e 1.910 MHz e outro entre 1.950 MHz e 1.900 MHz. Nos Estados Unidos, recebe o nome de PCS, utilizada pelas redes padrão D-AMPS, cdmaOne e GSM.

1G (Primeira Geração): Nomenclatura das primitivas redes e telefones celulares, que operam à velocidade de 9.6 Kbps, baseadas em sistemas analógicos e no padrão norte-americano AMPS (Advanced Mobile Phone Service) e nas quais, cada canal de voz suporta apenas uma conversação.

2G (Segunda Geração): Nomenclatura das redes digitais e telefones celulares, baseados nos padrões CDMA (Code Division Multiple Access), TDMA (Time Division Multiple Access) e GSM (General System Mobile Communication). Nas redes, cada canal suporta três conversações simultâneas (padrão TDMA) ou 18 (padrão CDMA).

3G (Terceira Geração): Nomenclatura das redes e telefones celulares digitais dotados de recursos para receber e transmitir, via Web, online e em tempo real, mensagens de conteúdo multimídia (voz, dados e imagens, no modo vídeo) à velocidade de até 2 Mbits, em operações interativas.

ABERIMEST: Associação Brasileira de Empresas Revendedoras, Instaladoras e Mantenedoras de equipamentos e sistemas de Telecomunicações.

ABINEE: Associação Brasileira da Indústria Eletro-Eletrônica.

ABRICEM: Associação Brasileira de Compatibilidade Eletromagnética.

ABSORÇÂO: Conversão de energia de uma onda eletromagnética em energia de outra forma (por exemplo: calor) em um meio de propagação (por exemplo: atmosfera).

ABTA: Associação Brasileira de TV por assinatura.

ACOPLADOR: Meio através do qual se consegue acoplamento entre dois sistemas.

ADSL: Asymmetric Digital Subscriber Line. Nova tecnologia que aumenta a capacidade de comunicação dos fios de cobre das linhas telefônicas convencionais.

ALACEL: Associação Latino-Americana de Telefonia Celular.

AMPLIFICADOR ÓPTICO: Dispositivo que amplfica a intensidade do sinal óptico sem transformá-lo em sinal optoelétrico e elétrico-óptico.

AMPS: Advanced Mobile Phone System. Sistema analógico de telefonia celular, adotado primeiro nos “Estados Unidos”. É o padrão utilizado nas redes analógicas brasileiras.

ANALÓGICO: Palavra usualmente empregada para aparelhos eletrônicos que trabalham com variações contínuas de sinais elétricos. Estas variações são, em geral, proporcionais (análogas) a outros fenômenos. Por exemplo, as variações na pressão do ar provocadas por sons como os de instrumentos musicais.

ANATEL: Agência Nacional de Telecomunicações, órgão ligado ao Ministério das Telecomunicações, encarregado da regulamentação do mercado e dos serviços do setor no Brasil.

ANTENA: Estrutura fundamental para transmissão e recepção de sinais eletrônicos. Nos telefones celulares, a antena é uma pequena vareta metálica retrátil ou embutida no aparelho. As antenas parabólicas têm o formato arredondado para concentrar o feixe de sinais em um só ponto, com melhor sintonia. Isso inclui desde os pratos de 30 cm de diâmetro, usados na recepção de TV por assinatura e as antenas de microondas, até as grandes antenas para transmissão via satélite. A telefonia celular está baseada em antenas montadas em estruturas metálicas que cobrem áreas chamadas células.

ANTENA ISOTRÓPICA: Antena hipotética cuja intensidade de campo radiado se dá de maneira uniforme em todas as direções do espaço.

AOA: Angle of Arrival. Ângulo de chegada. Método de localização em que o ângulo de chegada do sinal do celular do usuário, em três estações de rádio distintas, é usado para calcular sua posição.

ÁREA DE COBERTURA DO CELULAR: Extensão territorial atingida pelos sinais de uma estação rádio base.

ÁREA DE CONCESSÃO: Região em que uma operadora de telefonia celular está autorizada a operar.

ÁREA DE MOBILIDADE DE UM CELULAR: È aquela em que a EM se locomove pagando um único valor de comunicação de celular, sem a incidência de custos adicionais por chamada de deslocamento.

ÁREA DE REGISTRO DO CELULAR: Região na qual um telefone celular foi registrado.

ÁREA DE SOMBRA: Locais dentro de uma área de serviço, onde os obstáculos como: paredes, edifícios, viadutos, túneis, montanhas ou vegetação densa, bloqueiam a propagação das ondas de rádio, impedindo a comunicação entre as ERB e o EM.

ATENUAÇÃO (NO ESPAÇO LIVRE): A relação, em dB, entre a potência do sinal eletromagnético na saída da antena transmissora e a potência disponível para ser captada em um determinado ponto de recepção no espaço, na condição de propagação no espaço livre.

ATENUAÇÃO: Diminuição entre dois pontos, de uma potência elétrica, eletromagnética ou acústica que ocorre quando um sinal “viaja” através de um meio de transmissão. É expressa em decibéis (dB) por um valor positivo. Em certos casos, a atenuação pode substituir o ganho, quando o valor deste, em decibéis, é negativo, sendo assim, o seu oposto.

ATM: 1. Ansynchronous Transfer Mode. Modo de envio simultâneo de sinais de voz, dados e imagens em linha digital de alta velocidade. 2. É uma tecnologia para a transmissão de dados, voz e vídeo em alta velocidade em meio digital como fibras ópticas ou satélites. A tecnologia ATM é baseada na comutação de pacotes de dados (células) com tamanho fixo de 53 bytes. Atualmente, as taxas de transferência atingem até 2,4 Gbps. Em setembro de 2.000, no entanto, o Fórum ATM anunciou uma nova especificação, denominada Utopia Nível 4, que eleva essa taxa a 10 Gbps. Segundo o organismo, diversos projetos que empregam a nova especificação já estão em andamento. O padrão foi definido pela ITU (Internet Telecommunication Union), e é objeto de desenvolvimento pelo Fórum ATM.

ATRIBUIÇÃO DE FAIXAS DE FREQUÊNCIAS: O termo atribuição diz respeito aos serviços de rádio segundo interpretação. Assim, ao ATRIBUIR uma faixa de freqüência a determinado tipo de serviço (exemplos: Serviço Fixo, Serviço Móvel) não significa, necessariamente, que toda ou parte da faixa considerada poderá ser utilizada no modo fixo, móvel ou outro qualquer. Entretanto, se a atribuição for feita para Serviço Fixo, numa determinada faixa de freqüências, não poderá haver aplicação diferente na faixa considerada.

BACKBONE: Conexão de alta velocidade que funciona como a espinha dorsal de uma rede de comunicação, transportando os dados reunidos pelas redes menores que estão a ela conectados. Localmente, o backbone é uma linha, ou conjunto de linhas, à qual as redes locais se conectam para formar uma WAN (Wide Área Network). Na internet ou em outras WANs, o backbone é um conjunto de linhas com as quais as redes locais ou regionais se comunicam para interligações de longa distância.

BANDA: 1. O mesmo que faixa de freqüência é a porção do espectro de freqüências compreendida por duas freqüências limite. A largura da banda é a diferença entre essas duas freqüências, independente de onde elas estão no espectro. 2. Nome que designa uma faixa de freqüência delimitada no espectro magnético. A autoridade que regulamenta as telecomunicações reserva uma banda para cada tipo de serviço, para evitar interferências entre os sinais.

BANDA A: 1. Faixa de freqüência destinada à telefonia celular, que é explorada na maior parte do Brasil pelas empresas do grupo Telebrás, recém privatizadas. 2. Primeira faixa de freqüência do espectro eletromagnético reservada pelas autoridades que regulam as telecomunicações para telefonia móvel. No Brasil, o início da telefonia celular ocorreu pela banda A, com serviços analógicos oferecidos pelas empresas do extinto sistema Telebrás. Hoje privatizada, a banda A oferece também serviço digital.

BANDA B: 1. Faixa de freqüência destinada à telefonia celular, que está sendo explorada pela iniciativa privada. 2. Segunda faixa de freqüência reservada para a telefonia móvel. No Brasil, a banda B começou a operar em 1.998, oferecendo serviços digitais.

BANDA BASE: Área de freqüência original de um sinal antes de sua conversão em outra mais alta e eficiente.

BANDA C: Em telefonia móvel, é a terceira faixa de freqüência reservada para o celular. Essa faixa varia de país para país, sendo as mais usadas comercialmente as de 1.8 GHz. A banda C trará novidades em relação às bandas A e B, principalmente em aplicações multimídia, com recepção de dados e vídeo no aparelho telefônico. Nas transmissões via satélite, a banda C é composta por duas faixas: a que vai de 3.7 GHz a 4.2 GHz é usada para recepção (downlink) e a que vai de 5.925 GHz a 6.425 GHz é usada na transmissão (uplink).

BANDA D e E: Juntamente com a banda C, são as novas faixas de freqüência que o governo brasileiro vai conceder por meio de leilão para novas operadoras de telefonia móvel pessoal, ou SMP. A faixa de operação das estações radiobase da banda D é de 1.805 MHz a 1.820 MHz, enquanto a banda E opera entre 1.835 MHz e 1.850 MHz. A banda C, por sua vez, fica entre 1.820 MHz e 1.835 MHz.

BANDA DE GUARDA: Faixa de freqüência sem uso entre dois canais de forma a evitar interferências mútuas.

BANDA KA: Faixa de freqüência entre 18 GHz e 31 GHz, usada em comunicações por satélites móveis ou fixos.

BANDA KU: Faixa de freqüência entre 10.7 GHz e 14.8 GHz, usada principalmente na transmissão via satélites fixos.

BANDA LARGA: 1. Uma faixa de freqüência larga o suficiente para sinais digitais de grande velocidade. Por exemplo, transmitir sinais digitais a 155 Mbps, requer rádio de banda larga.

2. Broadband. Canal do espectro com ampla faixa de freqüências, em geral com capacidade para transmitir informação em velocidade superior a 45 Mpbs, usado para comunicação de vídeo e multimídia.

BIT DE PARIDADE: Bit adicional anexado a um grupo de bits com o único propósito de detectar erros na transmissão.

BLINDAGEM: Camada de proteção que envolve um cabo de transmissão de voz ou dados para minimizar a interferência eletromagnética.

BPS: Bits por segundo, uma medida de velocidade com que equipamentos digitais podem transferir dados, na forma de um bit de cada vez.

BROADCAST: Sistema de difusão de sinais em que é transmitido o mesmo conteúdo para todos os receptores. Numa transmissão de TV, por exemplo, todas as pessoas sintonizadas no mesmo canal assistem o mesmo programa. Em internet, o termo é usado muitas vezes para designar o envio de uma mensagem para todos os membros de um grupo, em vez da remessa para membros específicos.

BUFFER: Rotina ou meio de armazenamento temporário de dados. Em comunicação de dados, é usado para compensar as diferenças de taxas do fluxo dos dados ou de sincronia de eventos na transmissão de um dispositivo a outro.

CABLE MODEM: Tipo de modem que permite a um computador conectar-se aos cabos de TV por assinatura para acesso rápido à internet. Como na tecnologia ADSL, a velocidade de transmissão é variável. Normalmente não excede 1.5 Mbps. No Brasil, é usado por exemplo, com os serviços de acesso à internet da TVA (Ajato) e Globocabo (Virtua).

CAIXA POSTAL DE VOZ: O mesmo que “voice mail” ou correio de voz, é uma espécie de secretária eletrônica, onde os recados para o usuário são gravados para posterior recuperação. É um sistema muito usado em telefonia celular, chamadas destinadas a um celular ocupado ou fora de serviço são desviados para uma caixa postal de voz.

CALL CENTER: Centro de atendimento telefônico. Estrutura montada para centralizar o relacionamento com clientes que entram em contato com uma empresa pelo telefone. É realizado pelas próprias empresas ou, seguindo tendência crescente, por operadoras especializadas, que contam com grande número de linhas telefônicas, atendentes e computadores para acesso às informações contidas nos bancos de dados dos clientes.

CAMADA: Nome que designa um nível de conexão em sistemas de comunicação de dados. É padronizado pela entidade internacional ISSO, que criou em 1.974 a arquitetura OSI. Há sete camadas com protocolos de comunicação diferentes: Camada 1- Física: define como os dados serão colocados e depois retirados de um canal físico, convertidos em impulsos elétricos ou luz, (fibras ópticas). É atribuída a fiação ou a aparelhos chamados de repetidores; Camada 2- Enlace: é responsável pela transmissão dos pacotes de dados de um nó a outro, permitindo fazer o controle e a recuperação de erros. Por exemplo, as redes Ethernet e Token Ring usam protocolos SLIP, CSLIP, MTU e o PPP; Camada 3- Rede: é responsável pelo roteamento dos dados por meio de um sistema complexo de nós, além de atribuir endereço às máquinas. O protocolo mais conhecido é o IP (Internet Protocol); Camada 4- Transporte: é a camada em que se verifica a integridade da mensagem transmitida, ou seja, se viaja sem erros, na mesma ordem de pacotes e no tempo necessário. Seu principal protocolo é o TCP; Camada 5- Sessão: estabelece e finaliza as conexões entre duas estações ou redes. Usa protocolos TCP e RPC; Camada 6- Apresentação: realiza a conversão de dados quando a transmissão é feita com criptografia e a tradução de arquivos com formatos diferentes (protocolo XDR); Camada 7- Aplicação: camada que determina onde estão as aplicações de redes propriamente ditas, como transferência de arquivos (FTP), correio eletrônico, gerenciamento SNMP, emulação de terminais e aplicações de rede.

CANAL: 1. Conjunto de meios necessários para estabelecer um enlace físico, óptico ou radioelétrico para transmissão de sinais de comunicação unilateral entre dois pontos. 2. Percurso definido para a transmissão elétrica entre dois ou mais pontos. Também denominado de enlace, linha, circuito ou instalação. Designa também o serviço pelas emissoras de televisão.

CANCELAMENTO DE ECO: Técnica que suprime o fenômeno de sinal de eco durante a transmissão, usada em modems de alta velocidade e circuitos de voz. O eco é uma distorção que ocorre durante a transmissão de um sinal, quando o som é refletido para a própria estação de origem. A operação consiste em isolar e retirar a energia indesejável gerada pelo sinal de eco.

CARACTERES DE CONTROLE: Em sistemas de comunicação, são todos os caracteres extras transmitidos além do conteúdo das mensagens para controlar ou facilitar a transmissão de dados. Por exemplo, há caracteres para verificação de erros, sincronização ou delimitação de mensagens.

CARREGAMENTO: Aumento da indutância eletromagnética em uma linha de transmissão para minimizar a distorção em situações de amplitude do sinal. Utilizado, normalmente, em linhas telefônicas públicas para melhorar a qualidade de voz. O inconveniente, no caso, é que o recurso pode tornar as linhas impróprias para a passagem de dados em alta velocidade.

CCC: 1. Central de Comutação e Controle. É uma central telefônica dedicada à telefonia celular. Ela “autoriza” os telefones celulares a falar, controla o uso dos canais, armazena as medições feitas por ERB’s e por celulares. É através da CCC que o terminal do assinante tem acesso à rede pública de telecomunicações. 2. É a central de comutação de serviço celular, considerada o “coração” do sistema celular móvel. É o elemento de coordenação central de toda a rede celular, pois administra todas as estações de radiobase dentro de uma área de controle, ou seja, comuta e controla um aglomerado celular. Estabelece a interface com a rede de comutação pública, comuta chamadas originadas ou terminadas na estação móvel. Permite que a estação móvel tenha à sua disposição serviços e facilidades fornecidos pela rede pública aos assinantes fixos. Dependendo do modo de TX (ERB-CCC) a velocidade do enlace para dados no canal de controle poderá ser de 2.4, 4.8, ou 9.6 Kbps em enlaces analógicos de 64 Kbps se for digital. Cada ERB é conectada a uma CCC via conexão a 4 fios ligados a um multiplexado, PCM.

CDMA: Code Division Multiple Access. Acesso múltiplo por atribuição de códigos. É um dos padrões digitais de telefonia celular, baseado no fenômeno de espalhamento espectral. O acesso à rede é feito pela aplicação de códigos (4 a 5 vezes o número de assinantes em um canal com relação ao TDMA).

CDPD: Celular Digital Packet Data. Protocolo pelo qual telefones celulares enviam e recebem dados por meio de pacotes, isto é, só usam o canal de rádio quando realmente têm algo a receber ou a transmitir. Velocidade máxima: 19.2 Kbps.

CÉLULA: Área geográfica abrangida por uma ERB.

CÉLULAS OHMIDIRECIONAIS: A ERB é equipada com uma antena ohmidirecional que transmite a mesma potência em todas as direções, formando assim uma área de cobertura circular, cujo centro é a própria ERB. Para efeito gráfico, essa célula é representada por hexágonos.

CÉLULAS SETORIZADAS: A ERB é equipada com antenas diretivas, de tal forma que cada uma cubra uma determinada área.

CELULAR TRANSPORTÁVEL: Aparelhos maiores e mais pesados do que o portátil, com potência maior que resulta em melhor alcance e tempo de operação com bateria. Por exemplo, móvel celular para testes de campo com vezes mais potências.

CENTRAL DE COMUTAÇÃO: Conjunto de equipamentos destinado ao encaminhamento ou estabelecimento de chamadas automáticas.

CENTRAL TELEFÔNICA: Conjunto de equipamentos cujo centro é uma matriz de comutação, capazes de encaminhar ou estabelecer automaticamente chamadas telefônicas. Uma matriz de comutação, por sua vez, é uma máquina capaz de unir eletronicamente dois pontos (no caso de telefonia, dois assinantes).

CIRCUITO DE TELECOMUNICAÇÃO: Conjunto de meios necessários a criar um enlace físico, óptico ou radioelétrico para transmissão bilateral de sinais de telecomunicações entre dois pontos.

CIRCUITO DUPLEX: Circuito que permite a transmissão de sinais simultaneamente em ambas as direções.

CIRCUITO SIMPLEX: Transmissão de sinais gerados por uma fonte de A para B somente. Por exemplo, emissoras de rádios AM, FM, ou OC.

CIRCUITO HALF-DUPLEX: Transmissão de sinais gerados por duas fontes nos dois sentidos, um de cada vez de A para B ou de B para A. Por exemplo, rádio-amadorismo, rádio convencional / bidirecional.

CIRCUITO FULL-DUPLEX: Transmissão de sinais gerados por duas fontes nos dois sentidos simultaneamente de A para B e B para A ao mesmo tempo. Por exemplo, telefonia física ou celular.

CLONAGEM: Forma ilegal de copiar as características de uma linha telefônica celular para outro aparelho que não aquele pertencente ao assinante legítimo.

CLUSTER: Agrupamento de células utilizadas no planejamento do sistema celular, AMPS, TDMA, GSM, normalmente de 7 ou 21 células, com a finalidade de permitir a realização de freqüência, minimizando os problemas de interferência.

CODIFICAÇÃO: Tratamento da informação que torna o seu significado regido por um determinado código.

COMPRESSÃO: Técnica para reduzir o tamanho dos dados com o objetivo de economizar espaço ou tempo de transmissão. Um arquivo de texto comprimido pode ter até a metade do tamanho do arquivo original.

COMUTAÇÃO: Estabelecimento temporário de circuitos de canais com a finalidade de assegurar comunicação de dois pontos.

COMUTAÇÃO POR CIRCUITO: Técnica de comutação na qual o circuito estabelecido é mantido até o final da comunicação.

COMUTAÇÃO POR PACOTES: 1. Técnica de encaminhamento dinâmico de elementos padronizados de informação, endereçados separadamente, enviados por circuitos diversos e recompostos no destino de modo a formar uma comunicação. 2. Técnica de transmissão de dados que divide a informação em envelopes de dados discretos, denominados pacotes. Desse modo, em caso de falha durante a transmissão, a informação perdida afeta uma fração do conteúdo total em vez de afetar o todo. A estação receptora encarrega-se de montar os pacotes recebidos na seqüência correta para reconstruir o arquivo ou sinal enviado.

CONCESSÃO: Autorização dada pelo órgão competente que regulamenta as telecomunicações para que uma operadora possa usar uma faixa de freqüência ou instalar uma rede de cabos para oferecer seus serviços ao público. No Brasil, a concessão de serviços de telefonia é alvo de leilões. Nos casos dos canais de televisão, a concessão é cedida pelo governo.

CONSIGNAÇÃO DE FREQUÊNCIAS: Refere-se às freqüências autorizadas à operação de uma determinada estação de radiocomunicação. As freqüências, uma vez consignadas, devem constar das licenças de funcionamento das estações ou de documentação relativa à outorga.

CONGESTIONAMENTO: Situação de colapso da rede devido à sobrecarga do buffer ou à insuficiência da largura de banda. Para minimizar seus efeitos, tecnologias de transmissão por pacotes como ATM contém dentro de cada célula de dados, recursos em seus cabeçalhos para evitar ou prevenir o congestionamento.

CONVERGÊNCIA: Direção comum para o mesmo ponto ou tendência para um resultado comum, ou seja, sintetiza a união de várias tecnologias num único equipamento. Por exemplo, um aparelho para várias finalidades, celular, paging, trunking, etc. Também pode significar, no âmbito da prestação de serviços, a transmissão de voz, dados, áudio e vídeo, com e sem fio, por uma única operadora.

CRC: Cyclic Redundancy Code. Esquema de detecção de erros na transmissão de dados. Um algoritmo é executado sobre os dados e o relatório de verificação resultante é anexado no bloco de dados durante a transmissão. O equipamento de recepção executa um algoritmo similar e o compara com o resultado anexado pelo remetente.

CRIPTOGRAFIA: Técnica que consiste em cifrar o conteúdo de uma mensagem ou um sinal de voz digitalizado, por meio de algoritmos matemáticos complexos. Funciona com o uso de chaves ou senhas. A mensagem é codificada pelo remetente em sua origem e viaja pela internet ou outro circuito de comunicação embaralhada para que pessoas não autorizadas não consigam ver seu conteúdo. O destinatário decodifica a mensagem com uma chave privada.

CROSSTALK: Linha cruzada, em português, refere-se à condição que ocorre quando uma linha de comunicação interfere em outra. As causas mais comuns são o curto-circuito e a junção indutiva entre duas linhas independentes.

CSD: Circuit Switched Data. Dados por circuito comutado. Protocolo pelo qual telefones celulares enviam e recebem dados por meio de um circuito comutado, isto é, por meio de uma ligação telefônica comum. Velocidade típica: 9.6 Kbps em redes TDMA e 14.4 Kbps em redes CDMA.

DATAGRAMA: Pacote de dados com endereço de nó de destino e de origem.

DBS: Acrônimo de Direct Broadcast Sattellite, sistema de transmissão de sinais de TV por assinatura via satélite diretamente para a casa do cliente. É uma modalidade de serviço alternativa à recepção via cabo. No Brasil, é usado por operadoras como a DIRECTV e a Sky.

DESLOCAMENTO: Valor adicional pago pelo assinante de um serviço de telefonia celular quando recebe chamadas fora da área de cobertura original. Varia de acordo com o tempo de duração da chamada.

DESTINAÇÃO DE FAIXAS DE FREQUÊNCIAS: Refere-se à aplicação que se faz de determinada faixa de freqüências. Assim ao ser destinada uma faixa de freqüências a um determinado serviço, está sendo, na prática, especificada uma aplicação para essa faixa dentro de uma atribuição já conhecida.

DESVANECIMENTO: Variação da intensidade de alguns ou de todos os componentes de um sinal de rádio recebido, devido a alterações na trajetória de propagação.

DIAFONIA: Transferência indesejada de energia de um circuito de comunicação a outro. A diafonia normalmente ocorre entre circuitos adjacentes.

DIAGNÓSTICO: Procedimento que detecta e isola problemas de funcionamento ou incorreções num aparelho, rede ou sistema de comunicação.

DIAL-UP: Tipo de conexão de dados via internet, realizada por um modem conectado a uma linha telefônica comum.

DIGITAL: Relativa a valores que são representados em passos predeterminados. A cada passo (ou nível, do patamar), está associado a um número inteiro, ou um dígito. Em informática e telecomunicações, digital é sinônimo de informação representada por bits, isto é, informação digital binária.

DISPERSÃO: Alongamento do sinal enviado, provocando sua distorção.

DISPOSITIVO DE COMPARTILHAMENTO: Permite compartilhar um único recurso de comunicação como modem, mux ou porta de computador, entre diversos aparelhos (terminais, controladores ou modems).

DISTORÇÃO: Deformação ou modificação indesejável de uma onda que ocorre entre dois pontos de um sistema ou de um equipamento de TX. Diz-se que há distorção quando não são satisfeitas as condições desejadas.

DOWNLINK: Nome dado ao sinal de comunicação que parte de um satélite em direção a uma estação terrestre.

DUAL MODE: Característica dos telefones móveis que permite ao aparelho operar em duas bandas de freqüências diferentes. O usuário de uma operadora pode usar o mesmo telefone em uma região diferente da área de cobertura original. Os aparelhos GSM, por exemplo, operam nas freqüências de 900 MHz e 1.800 MHz.

DWDM: Dense Wavelenght Division Multiplexing System, ou sistema de multiplexação por divisão de comprimento de onda densa. Tecnologia de transmissão de dados usada em anéis de redes metropolitanas (MANs) equipadas com cabos de fibras ópticas.

DWDM/WDM: Dense Wavelenght Division Multiplexing / Wavelenght Division Multiplexing. Multiplexador que usa mais de uma fonte de luz e mais de um detector de luz que operam em diferentes comprimentos de onda e simultaneamente transmitem sinais ópticos através da mesma fibra óptica, preservando a integridade dos sinais de cada mensagem da comunicação.

E-COMMERCE: Em português, comércio eletrônico. Forma de realizar negócios entre empresa e consumidor (B2C) ou entre empresas (B2B), usando a internet como plataforma de troca de informações, encomenda e realizações das transações financeiras.

ENLACE DE ALIMENTAÇÃO: Um enlace de rádio desde uma estação terrena em uma dada localização a uma estação espacial, ou vice-versa, transportando informação de um serviço de radiocomunicação espacial diferente do serviço fixo por satélite. A localização pode ser um ponto fixo especificado ou qualquer ponto fixo dentro das áreas especificadas.

ENLACE DE RÁDIOS: Sistema de rádio que liga diretamente dois locais que contém estação transmissora e receptora.

ENLACE EM RADIOVISIBILIDADE: Enlace cujas cotas das antenas e do perfil do terreno permitam a operação com visibilidade direta durante 99,9% ou mais do tempo.

ENLACE: Linha composta de um ou mais segmentos de reta de inclinações diferentes decorrentes de eventuais obstáculos, que resultaria da ligação imaginária dos pontos onde se encontram a antena transmissora e a antena receptora por uma corda esticada.

ERB: Estação Rádio Base. São equipamentos que fazem a conexão, por meio de rádio, entre a central telefônica e o telefone celular. Pode ser alimentado via rede AC, grupo gerador ou banco de baterias e painel solar.

ESPALHAMENTO ESPECTRAL: Sistemas nos quais a energia média do sinal transmitido é espalhada sobre uma largura de faixa que é muito mais larga do que a largura de faixa que contém a informação. Tais sistemas compensam uma maior largura de faixa de transmissão por uma menor densidade espectral de potência e uma melhora na rejeição aos sinais interferentes operando na mesma faixa de freqüência.

ESPECTRO RADIOELÉTRICO: Parte do espectro eletromagnético que é, do ponto de vista do conhecimento tecnológico atual, passível de uso por sistemas de radiocomunicação.

EQUALIZADOR: Dispositivo que faz a compensação da distorção devido à atenuação do sinal e ao tempo de propagação com relação à freqüência. Reduz os efeitos da amplitude, freqüência e distorção de fase.

FAIXA DE GUARDA: Faixa de freqüências entre dois canais, deixada vaga, como margem de segurança contra interferências mútuas.

FADING: Termo em inglês comumente utilizado na linguagem técnica para se referir a desvanecimento. (Ver desvanecimento).

FDMA: Abreviatura do termo em inglês Frequency Division Multiple Access, corriqueiramente usada na linguagem técnica para se referir a acesso múltiplo por divisão em frequência.

FIREWALL: Dispositivo para proteção de contra-invasões de hackers ou transmissões não autorizadas de dados. Existe na forma de software e hardware, ou na combinação de ambos. O modelo a ser instalado depende do tamanho da rede, da complexidade das regras que autorizam o fluxo de entrada e saída de informações e do grau de segurança desejado.

FULL DUPLEX: Transmissão dos sinais gerados por duas pessoas ou máquinas, nos dois sentidos.

GANHO (DE UMA ANTENA): Relação, frequentemente expressa em dB, entre a potência requerida na entrada de uma antena de referência livre de perdas e a potência fornecida na entrada de uma determinada antena que produziria, em uma particular direção, a mesma intensidade de campo ou a mesma densidade de fluxo de potência em uma distância específica.

GATEWAY: Software ou máquina especializada na conversão de protocolos, isto é, na interconexão de duas redes de padrão distinto.

GPS: Global Positioning System. Tecnologia de localização geográfica de altíssima precisão que fornece as coordenadas (latitude e longitude) do local onde está o portador do aparelho equipado com essa tecnologia. Os sinais são enviados pela constelação de 24 satélites Navstar, vinculada ao departamento de defesa dos Estados Unidos.

GSM: 1. Global System for Mobile Communications. Padrão Europeu de telefonia celular. 2. Desenvolvido como um padrão pan-europeu para telefones digitais móveis, o GSM é o sistema mais utilizado em todo o mundo, com mais de 250 milhões de usuários, empregando as freqüências de 900 MHz e 1.8 GHz, na Europa, Ásia e Austrália, e de 1.9 GHz nos Estados Unidos e América Latina. Na construção do GSM, foram empregados os padrões TDMA e FDMA, bem como canais de voz de 200 MHz (oito usuários por canal).

HABILITAÇÃO: Compreende os procedimentos relativos à programação do número do telefone designado para o cliente, para ativá-lo e dar início à prestação do serviço móvel.

HAND OFF: Em telefonia celular, é a passagem do controle de um assinante de uma ERB para outra, conforme ele se movimenta. Associado ao Hand Off, há a troca de canal pelo qual o assinante vai continuar sua conversa, ou seja, dentro da cobertura de uma ERB, o assinante usa um canal, na outra ERB vai ter de usar outro canal. Quando ocorre a troca de freqüências, o Hand Off é conhecido como Hard Hand Off.

HDTV: High Definition Television. Ou televisão de alta definição. Padrão de transmissão de TV com tecnologia digital que proporciona imagens com qualidade similar às dos filmes de 35 milímetros e som com o padrão de qualidade dos CDs.

HEADEND: Central de recepção, processamento, geração e transmissão de sinal para assinantes de TV por assinatura, via sistemas de cabo MMDS.

HOME: Significa que a EM (estação móvel) está na área onde foi registrado.

HTML: Linguagem de marcação usada na web. Contém códigos especiais, para que o conteúdo seja corretamente mostrado pelo navegador, em qualquer tipo de monitor.

HTTP: Hyper Text Transfer Protocol. Protocolo de transferência de hipertexto. É o protocolo usado na interconexão de servidores web e o navegador instalado no computador do internauta. É o protocolo usado para mover informação e arquivos na internet.

iDEN: Integrated Digital Enhanced Networks. Tecnologia de comunicação sem fio, desenvolvida pela Motorola, capaz de integrar os recursos de telefone celular digital, pager, rádio bidirecional e modem numa única rede. Opera nas freqüências de 800, 900 e 1.800 MHz e é baseada nas tecnologias DTMA e GSM.

i-MODE: Serviço de telefonia móvel baseada em pacotes, implantada no Japão, pela NTT DoCoMo. Mais inteligentes que os usados em outras partes do mundo, os aparelhos i-Mode têm tela colorida e oferecem navegação na web, e-mails, agenda, chat e games, além de notícias e serviços personalizados. Ao contrário de outras tecnologias, o serviço japonês utiliza uma versão simplificada do HTML no lugar do padrão WML adotado como WAP. A expectativa é de que a velocidade de transmissão de 9.6 Kbps atual seja superada neste início de ano com o lançamento de um serviço a 380 Kbps.

IMT-2000: Comunicações móveis internacionais para o ano 2.000. Padrão global desenvolvido pela UIT para ser a terceira geração das redes celulares. Suas especificações incluem transmissão de dados a 128 Kbps (usuários em carros), 384 Kbps (usuários a pé) e 2 Mbps (usuário parado). As faixas de freqüência em que o IMT deve funcionar são 1.9 GHz e 2 GHz. Na Europa, o UMTS será usado em todas as primeiras licenças do IMT-2000.

INTELSAT: International Telecommunications Satellite Organization ou Organização Internacional de telecomunicações por Satélite. Consórcio internacional fundado em 1.964, que opera uma rede de 19 satélites. Participam da Intelsat mais de 200 países, incluindo o Brasil. As maiores operadoras de telecomunicações e canais de TV do mundo são usuárias do serviço.

INTERFACE: Uma fronteira em comum entre duas redes, definidas pelas características de interconexão física, características do sinal e significado dos sinais trocados. A palavra também define o ponto de contato entre o usuário e um sistema eletrônico. Ou seja, o que ele visualiza na tela do computador para interagir com um software ou um telefone celular.

INTERFACE AÉREA: Método pelo qual o espectro de rádio é usado (modulado) de forma que a rede celular possa se comunicar e trocar dados com o telefone celular. CDMA e TDMA são exemplos de interface aérea.

INTERFERÊNCIA: Qualquer emissão, irradiação, indução ou ruído eletromagnético que venha interromper, perturbar, ou se introduzir na recepção de sinais de telecomunicação.

INTERFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA: Dispersão de radiação do meio de transmissão, como um cabo, resultante principalmente do uso de energia de ondas de alta freqüência e da modulação do sinal. Pode ser reduzida com o uso da blindagem adequada no cabo.

INTERFERÊNCIA PREJUDICIAL: Interferência que compromete o funcionamento de um serviço de radionavegação ou de outros serviços de segurança, ou que degrada seriamente, interrompe repetidamente ou impede o funcionamento de um serviço de radiocomunicação utilizado conforme a legislação vigente.

INTRANET: Rede interna de informações baseada na tecnologia da internet. É usada por qualquer tipo de organização (empresa, entidade ou órgão público) que deseje compartilhar informações apenas entre seus usuários registrados, sem permitir o acesso de outras pessoas. O que o usuário vê é uma interface igual à da internet.

IP: 1. Internet Protocol. Protocolo de interconexão de redes. É um protocolo não orientado à conexão (isto é, não se preocupa com a ordem de chegada dos pacotes) e cuja característica principal é “o melhor esforço”, isto é, se não for possível enviar um pacote, o protocolo IP o destrói. 2. Protocolo que define como a informação deve trafegar na internet, de modo a prover a transmissão de voz, dados e imagens.

IRIDIUM: Sistema de telefonia móvel e pager via satélite, caracterizado pela combinação de aparelhos de mão, rede de satélites de baixa altitude e serviços de celular para promover a comunicação. Suas vendas fracassaram e a empreitada foi à falência em 1.999. O destino dos satélites da Iridium que circundam a Terra ainda está indefinido.

ITU: International Telecommunications Union, ou União Internacional de Telecomunicações. Órgão internacional vinculado à Organização das Nações Unidas, atuando como comitê consultor internacional na recomendação de padrões de telecomunicações. Tem sede em Genebra, na Suíça.

LAMBDA: 11ª letra do alfabeto grego, é o símbolo do comprimento de onda dos sistemas que operam com ondas de luz. Cada comprimento de onda atua em uma janela que corresponde a uma cor no espectro visível da luz.

LARGURA DE FAIXA OCUPADA: A largura de uma faixa de freqüência tal que, abaixo do limite inferior e acima do limite superior, cada uma das potências médias emitidas é igual a 0,5% (quando não explicitamente especificado outro valor pelo órgão competente) da potência média total de uma dada emissão.

LATÊNCIA: É o atraso audível de uma ligação de telefonia IP. Ou seja, o tempo decorrido entre o momento que uma pessoa fala (transmissão) e o instante em que o ouvinte do outro lado da linha escuta o sinal de voz (recepção).

LBS: Location-Based Services. Serviços apoiados na localização do usuário pela rede celular.

LINK: Conexão estabelecida entre dois pontos de uma rede de comunicação. Diz-se que o link está estabelecido quando as duas pontas estão efetivamente conectadas, o que pode ser indicado por uma luz de controle (LED) no aparelho de rede. Em broadcasting, é o termo usado para representar a transmissão entre unidades móveis e a sede da emissora, ou entre a conexão estabelecida com satélites e estações terrestres para geração, por exemplo, de eventos ao vivo. Na Web, link é o endereço para outro documento no mesmo servidor, ou em outro servidor remoto.

LMDS: Abreviatura do termo em inglês Local Multipoint Distribution Service comumente usada na linguagem técnica para se referir ao Serviço de Distribuição de Sinais Multiponto Local, que se caracteriza pelo uso de sistemas de distribuição sem fio de faixa larga operando de modo semelhante aos sistemas celulares e com possibilidade de prover serviços de voz, dados e vídeo diretamente aos usuários. Este serviço ainda não está regulamentado no Brasil.

MENSAGEIRO (CABO TELEFÔNICO): Cordoalha de aço galvanizado, fixado em postes, com que se faz a sustentação física de cabos em redes, áreas e as instalações em postes ou torres.

MICROCÉLULAS: São micro antenas que amplificam a condição de recepção de sinal celular destinadas ao atendimento de locais com alta densidade de tráfego, como aeroportos, shoppings, centro de convenções e cruzamentos de grandes avenidas.

MMDS: Multichannel Multipoint Distribution Service ou serviço de distribuição multiponto e multicanal. Sistema de distribuição e comunicação de sinais, adotado por operadoras de televisão por assinatura. Usa freqüências muito altas, acima de 2 GHz, para enviar a programação para a casa dos assinantes. Esses recebem o sinal em pequenas antenas parabólicas. Por usar antenas terrestres para a difusão do sinal, difere do sistema DBS ou DHT, que fazem a transmissão diretamente de satélites na órbita terrestre.

MULTIPLEXADOR (mux): Dispositivo de rede que permite que dois ou mais sinais sejam enviados por um circuito de comunicação e compartilhem o percurso de transmissão. O mux divide a largura de banda total do circuito em várias bandas menores, pelas quais trafegam os subcanais de transmissão. É usado, por exemplo, para transportar dados e voz por uma mesma linha, sem que essa interfira no sinal. Dois muxs concentram o sinal numa ponta e dividem na outra.

NARROWBAND: Em português, banda estreita, nome dado às conexões de baixa velocidade (abaixo de 64 Kbps) para contrapor-se à banda larga.

NÓ: Em comunicação, é o ponto de conexão, redistribuição ou finalização de uma rede.

NO SERVICE: Informação que aparece no display da EM (estação móvel) sempre que o usuário se encontrar em local com nível de sinal fraco (garagens, montanhas, túneis, elevadores, interiores de prédios, etc.).

OPERADORA: Empresa que possui a concessão para oferecer um serviço público de comunicação de voz ou dados. É adotado como referência para as empresas de telefonia fixa, celular, de longa distância ou transmissão de dados.

OPGW: Optical Ground Wire. Cabos ópticos pára-raios, isto é, cabos pára-raios convencionais que têm, em seu interior, fibras ópticas. Otimizam as linhas de transmissão das companhias de energia elétrica, que podem fazer parcerias com operadoras de serviços públicos e/ou privados de telecomunicações.

OSCILADOR LOCAL: Oscilador utilizado para produzir uma mudança na freqüência da onda portadora.

PACOTE: Grupo ordenado de sinais de dados e controle, transmitido pela rede, como um subconjunto de uma mensagem maior. Em TV por assinatura, define a relação de canais que o assinante escolhe pagar para receber o sinal.

PAGING: Serviço de comunicação baseado na transmissão de mensagens alfanuméricas para pequenos aparelhos portáteis. Chamados pagers, os aparelhos recebem as mensagens num visor de cristal líquido, mas, em geral, não permitem o envio de respostas. Nos últimos três anos, surgiram os primeiros pagers “two-way”, que oferecem o recurso de transmissão de mensagens.

PASTE: Programa de Expansão e Recuperação de Sistema Telecomunicações e do Sistema Postal, plano criado pelo Ministério das Telecomunicações em 1.995 com o objetivo de modernizar o setor. Determina quantidades de linhas instaladas pelas operadoras para atender a demanda reprimida, a instalação de telefones públicos em cidades pequenas, tempo máximo para atendimento de pedidos de conserto ou troca de endereço, entre outros indicadores de qualidade.

PBX: Private Branch Exchange ou central telefônica privada, atualmente são sistemas e manuais obsoletos, sendo substituídos por sistemas automáticos, conhecidos por PABX.

PCS: Personal Communication Services. Serviços de comunicações pessoais. É um conceito, aplicado a serviços de comunicações por rádio que funcionariam a qualquer hora, em qualquer lugar do mundo.

PILHA DE PROTOCOLOS: Conjunto de protocolos pelos quais dois aplicativos podem trocar bits e bytes com segurança.

PROPAGAÇÃO: Deslocamento de uma onda elétrica através de uma linha de TX ou de uma onda eletromagnética através do espaço.

PROPAGAÇÃO (NO ESPAÇO LIVRE): Aquela realizada no vácuo ou em uma atmosfera homogênea e isotrópica e na ausência de qualquer corpo capaz de alterar a recepção do sinal eletromagnético.

PROTOCOLO: 1. Conjunto de regras de comunicação e de padrão de conexão elétrica ou eletromagnética pelo qual duas máquinas trocam informações. No caso da telefonia celular, o protocolo pelo qual o terminal do usuário troca informações com a ERB equivale à interface aérea. 2. Um protocolo define métodos, procedimentos e técnicas pelos quais dois computadores ou dois aplicativos devem trocar informações entre si. Em redes de comunicação de dados, protocolos definem regras para a construção de pacotes de dados, detecção e correção de erros de transmissão, controle das linhas de transmissão.

RADIOCHAMADA (SERVIÇO ESPECIAL): Serviço especial de telecomunicações destinado a transmitir, de forma unidirecional, sinais de chamada especialmente codificados, endereçados a receptores móveis dos assinantes do serviço. Os terminais utilizados podem apenas emitir um tom de áudio ou, os mais sofisticados, receber curtas mensagens em forma de texto. Estão destinadas a este serviço as faixas de radiofreqüências 929 MHz e 931 MHz.

RADIOCOMUNICAÇÃO ESPACIAL: Qualquer radiocomunicação, envolvendo o uso de uma ou mais estações espaciais ou o uso de um ou mais satélites refletores ou outros objetos no espaço.

RADIOCOMUNICAÇÃO TERRESTRE: Telecomunicação realizada por meio de ondas de rádio que se propagam por trajetos próximos à superfície da Terra. Em geral, qualquer radiocomunicação que não seja radiocomunicação espacial ou radioastronomia.

RADIOCOMUNICAÇÃO: Telecomunicação por meio de ondas de rádio.

RDSI: Sigla para Rede Digital de Serviços Integrados, serviço fornecido por operadoras de telefonia fixa que permite transmissão de dados, voz e vídeo simultaneamente. Há dois níveis de serviço RDSI. O nível básico emprega dois canais independentes tipo B de 64 Kbps para transmissão, mais um terceiro canal D de 16 Kbps para sinalização e controle. Os canais B podem ser combinados para garantir velocidade de acesso de 128 Kbps. O nível primário é composto por trinta canais tipo B de 64 Kbps (no padrão europeu, ou 23 canais tipo B nos Estados Unidos) e um tipo D de 64 Kbps. Nesse caso, a combinação dos trinta canais de transmissão de dados garante uma taxa de até 2 Mbps.

REDE: Termo que designa a interconexão entre diversos computadores e outros dispositivos, por meio de cabos, rádio ou satélite. A rede pode ser definida como um grupo de pontos, estações e nós interligados, e o conjunto de equipamentos que os conecta.

REPETIDOR: Dispositivo optoeletrônico usado em intervalos da rede e que, eventualmente, serve para intermediar pontos entre lances excepcionalmente longos da rede.

REUTILIZAÇÃO DE FREQUÊNCIA: O reuso de freqüências corresponde à utilização de uma mesma freqüência em dois conjuntos distintos. A distância do reuso é limitada pela máxima interferência co-canal permitida ao sistema.

ROAM: Informação que aparece no display, sempre que o usuário estiver fora da área de registro.

ROAMING: Serviço graças ao qual um assinante pode utilizar seu telefone celular em lugar diferente da área de cobertura da empresa da qual é cliente, mediante acordo operacional dela com a operadora do local para o qual ele se dirige. O roaming pode ser automático, ou não-automático, o que exige programação do terminal ou sua substituição.

ROAMING AUTOMÁTICO: Sistema que permite ao usuário de um celular viajar de uma cidade para outra sem necessidade de avisar a mudança para os operadores celulares locais. Cada telefone celular comunica-se com a ERB mais próxima avisando que está na área. As CCC’s encarregam-se de verificar de onde o assinante é, e providenciar o desvio automático das chamadas que lhe são destinados.

ROTEADOR: Equipamento que funciona, normalmente, como o principal componente de uma rede corporativa ou de um backbone de internet. O roteador recebe e encaminha pacotes de dados em altíssima velocidade, escolhendo o melhor caminho para realizar a transmissão. A operação, chamada de roteamento, é realizada entre redes locais (LANs) e redes de longa distância (WANs), ou entre duas WANs. Em inglês, é denominado router.

RUÍDO: Qualquer interferência indesejável. Em rádio, ruído são interferências que estão sendo usadas para comunicação. No sistema CDMA, o extenso código aplicado ao sinal de cada assinante produz outro sinal, que se comporta como ruído branco, de forma que, sem o código, é praticamente impossível para um receptor identificá-la.

SDH: Synchronous Digital Hierarchy. Sistemas que especificam as formas de transporte do sinal, operam com velocidades de 155 Mbps, 622 Mbps, 2.48 Mbps (conhecido como 2.5 Mbps) e 10 Mbps.

SERVIÇO AVANÇADO DE MENSAGENS: Serviço especial de telecomunicações utilizado para múltiplas aplicações móveis bidirecionais, podendo transmitir dados, voz ou outra forma de telecomunicações. Estão destinadas a este serviço as faixas de radiofreqüências 901-902 MHz e 940-941 MHz.

SERVIÇO DE RADIOCOMUNICAÇÃO: Um serviço de rádio envolvendo a transmissão, emissão e/ou recepção de ondas de rádio para fins específicos de telecomunicação se refere à radiocomunicação terrestre.

SERVIÇO DE TRANSPORTE DE SINAIS DE TELECOMUNICAÇÕES POR SATÉLITES (STS): Serviço de telecomunicações que, mediante o uso de satélites, realiza a recepção e emissão de sinais de telecomunicações, utilizando radiofreqüências predeterminadas (L9295/96).

SESSÃO: Uma conexão ativa entre dois computadores ou aplicações por meio de uma rede de dados.

SIMCard: Subscriber Identity Module. Traduzido como Módulo de Identificação do Assinante, é um cartão inteligente que personaliza o telefone GSM, carregando todas as informações sobre o assinante (nome, operadora da qual é cliente, serviços aos quais tem direito, etc.), de tal forma que ele pode levar consigo apenas o SIMCard, espetá-lo em qualquer padrão GSM e falar como se fosse o seu próprio.

SINALIZAÇÃO: Troca de informações necessárias ao estabelecimento, controle de conexão e operação de uma rede de comunicação (por exemplo, a rede pública de telefonia).

SISTEMAS TRONCALIZADOS: Nomenclatura usada no Brasil para designar os sistemas móveis que operam segundo regulamentação do Serviço Móvel Especializado (SME) e o Serviço Móvel Privativo (SLP). O SME é destinado à prestação de serviços a terceiros, não aberto à correspondência pública, enquanto que o SLP destina-se à prestação de serviços em caráter privado, vedado o uso em base comercial.

SMART PHONE: Terminal de telefonia móvel, do padrão GSM, desenvolvido para facilitar a recepção de e-mails, fax e telas de intranet no visor dos aparelhos. Possui pequeno teclado e software que faz a ligação direta do telefone com serviços ou aplicações específicos.

SMC: Serviço móvel de comunicação terrestre que utiliza sistema de radiodifusão com tecnologia celular e se interconecta com a rede pública de telecomunicações. É baseado na cobertura de áreas por células. Nesse sistema, estações radiobase transmitem os sinais a aparelhos móveis.

SME: Serviço Móvel Especializado, conecta grupos de usuários por ligações diretas de rádio, além de realizar chamadas para telefones da rede pública (fixa e móvel), por meio de gateways da operadora. Conhecido originalmente como trunking.

SMP: Sigla para Serviço Móvel Pessoal, nome dado pela Anatel aos novos serviços de telefonia móvel terrestre que serão oferecidos ao consumidor, a partir de 2.001, com entrada em operação das concessionárias das bandas C, D e E.

SMS: Short Message Service. Serviço de mensagens curtas. Protocolo pelo qual celulares e a rede celular podem enviar mensagens curtas de texto uns para os outros.

SOMBRA: Área geográfica em que o sinal da operadora de telefonia móvel é deficiente e as ligações ficam entrecortadas ou não são completadas. É causado por fenômenos atmosféricos ou devido à topologia do local. Acidentes geográficos, edifícios, túneis e garagens subterrâneas são alguns dos fatores que interferem na qualidade das ligações.

TARIFAÇÃO: Medição de uma chamada telefônica ou uma conexão de dados para que se possa fazer a cobrança do serviço.

TCP: Transmition Control Protocol. Protocolo de controle da transmissão. Na internet, é o protocolo responsável pelo controle da qualidade dos pacotes de dados e pelos pedidos de retransmissão.

TCP/IP: Nome genérico de uma família de protocolos usados na internet. Os protocolos TCP (Transmition Control Protocol) e IP (Internet Protocol), os mais famosos, dão nome ao protocolo da família. São protocolos próprios para a arquitetura cliente/servidor. Atualmente, estão embutidos em praticamente todo sistema operacional e todo aplicativo.

TDMA: 1. Time Division Multiple Access. Acesso múltiplo por atribuição de tempo. Padrão Digital de Telefonia Celular. 2. Distribuição de canais de acesso à rede celular pelo emprego de canais de três turnos. É uma interface aérea digital em que canais de 30 KHz podem ser usados, um de cada vez, por três telefones celulares.

TELECOMUNICAÇÕES: Qualquer transmissão, emissão ou recepção de símbolos, sinais, texto, imagens e sons ou inteligência de qualquer natureza através de fio, de rádio, de meios ópticos ou de qualquer outro sistema eletromagnético.

TELEMETRIA: Uso de telecomunicações para indicação ou gravação de medidas automaticamente em um ponto distante do instrumento de medida.

TELEPORTO: Edificação em que uma ou várias operadoras de serviços de telecomunicações montam suas estruturas de recepção e transmissão de serviços de dados, voz e vídeo. Possui gerenciamento centralizado e monitoração constante da performance dos serviços.

TM: Terminal móvel, telefone celular pessoal (com identidade) escolhido de acordo com o sistema utilizado, analógico/digital (várias marcas e modelos).

TOA: Time of Arrival. Tempo de Chegada. Método de localização em que o tempo de chegada do sinal do celular do usuário, em três estações de rádio distintas, é usado para calcular a sua posição.

TRANSPONDER: Contração das palavras transmitir e responder, refere-se aos equipamentos para recepção e transmissão numa comunicação por satélite. Em linhas gerais, recebe um sinal da terra (uplink), amplifica esse sinal e o retransmite à terra numa freqüência diferente.

TRI-BAND: Telefone sem fio que opera em três diferentes faixas de freqüências. Os aparelhos GSM, por exemplo, funcional em 900 MHz e 1.800 MHz na Europa e em 1.900 MHz nos EUA. O telefone reconhece a faixa em que trabalha a operadora local e sintoniza a sua freqüência.

TRONCO: Circuito único entre dois pontos, sendo que ambos são centros de comutação ou pontos de distribuição individual. Um tronco geralmente processa diversos canais de comunicação simultaneamente.

TV A CABO: Serviço de TV por assinatura em que os sinais são recebidos pelo cliente por um cabo coaxial.

TV ABERTA: Canal de TV cujo sinal é aberto para qualquer pessoa, sem necessidade de pagamento. Por ondas de rádio, os canais são divididos nas faixas de VHF e UHF.

TV INTERATIVA: Tecnologia em desenvolvimento que permitirá ao telespectador interagir com serviços oferecidos na tela do aparelho de televisor. Por meio de menus e equipamentos de comando (controle remoto ou outros dispositivos), será possível fazer compras, consultar correio eletrônico, acessar páginas internet ou adquirir programação pay-per-view.

TV POR ASSINATURA: Serviço prestado por uma operadora, que transmite à casa do assinante, uma programação de TV mediante o pagamento de taxa mensal. O sinal é codificado pela operadora para evitar acesso não autorizado e decodificado na residência do assinante por um decoder.

UHF: Ultra High Frequency, faixa de freqüência muito alta (entre 300 MHz e 3 GHz) destinada à transmissão de canais de TV aberta (do 14 para cima).

UPLINK: Sinal de transmissão de dados enviado de uma estação terrestre para o satélite em órbita.

VHF: Very High Frequency, faixa de frequências entre 30 MHz e 300 MHz, destinada à transmissão de canais de TV aberta (do canal 2 ao13).

xDSL: Termo que se refere aos vários sistemas que usam a tecnologia Digital Subscriber Line.

VPN: Virtual Private Network, ou rede privada virtual, é uma rede para uso exclusivo dos usuários autorizados por uma empresa, para que se conectem a ela de qualquer lugar do mundo. A VPN funciona como uma rede privada, com a diferença de que trafega dados sobre a infra-estrutura da rede pública de dados ou da própria internet. Requer a contratação de uma operadora de telecomunicações, além de hardware de rede e software especiais para a autenticação de usuários.

WAP: Wireless Application Protocol. Protocolo de aplicações Sem-Fio. Nome de um conjunto de protocolos e de especificações de software, projetados para transformar as redes celulares num canal de acesso a aplicações WML armazenadas na internet.

WDP: Wireless Datagram Protocol. Protocolo para transmissão sem-fio de pacotes de dados (datagramas). É o protocolo que interliga as camadas superiores da pilha de protocolos WAP com a rede celular. Equivale ao IP na internet.

WIRELESS: Nome genérico do mercado de comunicação sem-fio ou comunicação via rádio.

WLL: Abreviatura do termo em inglês wireless local loop e mantida na linguagem técnica para se referir genericamente a sistemas de acesso sem-fio, também referenciados como acesso fixo sem-fio (FWA) e rádio no enlace local (RLL), cuja principal característica é utilizar sistemas rádio multiacesso em vez de par metálico (fio de cobre ou cabo coaxial) na rede de acesso ou de distribuição.

WML: Wireless Markup Language. É uma linguagem de marcação, isto é, linguagem com recursos especiais para fazer com que o mininavegador adapte o conteúdo a qualquer tipo de mostrador. Equivale à html na internet.

WSP: Wireless Session Protocol. Protocolo para o estabelecimento de transações sem-fio. É o protocolo pelo qual duas máquinas são capazes de trocar informações e arquivos de forma organizada e compreensível. Controla o uso do protocolo inferior, o WTP. Equivale ao http na internet.

WTP: Wirelwss Transation Protocol. Protocolo para o estabelecimento de transações sem-fio. É o protocolo responsável pela troca de informações com outras máquinas da rede e pela administração do fluxo de informações. Equivale ao tcp na internet.

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